segunda-feira, 13 de janeiro de 2014

Dicionário do Vinho

Dicionário do Vinho

Foto: Carlos Cunha

Dicionário do Vinho


Aberto: Vinho de cor clara

Acidez: Sensação de frescor que é provocada pelos ácidos do vinho. Quando um vinho ácido é bebido, ocorre imediatamente mais salivação.

Aveludado: Uva macia e com textura de veludo.

Bouquet: Aroma resultante do envelhecimento do vinho.

Corpo: Sensação tátil do vinho à boca. Sensação de peso ou “boca cheia” em função do teor extra seco.

Curto: Tipo de vinho que não deixa sabor fixo na boca. 

Demi-sec: Vinho ligeiramente doce.

Fechado: Vinho jovem e recém engarrafado e que ainda não demonstra sua marca.

Frutado: Vinho com aroma de frutas.

Jovem: Vinho frutado com pouco tanino e acidez agradável. Exemplos: vinhos brancos, espumantes e vinhos brasileiros. 

Suave: Vinho com pouco corpo e álcool. 

Tanino: Substancia existente na uva que dá adstringência ao vinho.

Tânico: Vinho que tem muito tanino. 


Texto: Carlos Cunha

Pratos e Vinhos

Pratos e Vinhos


Foto: Carlos Cunha



Carnes vermelhas – Vinho Tinto
O Vinho Tinto é a melhor opção para acompanhar carnes vermelhas por causa do seu gosto forte. Em geral, o Tinto Médio é que cai melhor, mas o sabor da carne pode alterar de acordo com o seu tipo, tempero e modo de preparo. Para carnes bem temperadas, você pode experimentar também um Tinto Encorpado.


Aves – Vinho Branco ou Tinto
No caso de pratos com Aves, o que manda é o tempero. Normalmente eles são acompanhados de Vinho Branco, mas se você optar por um prato mais leve, um Vinho Tinto também será bem- vindo.


Peixes e Frutos do Mar – Vinho Branco
Quando o prato é peixe ou fruto do mar, em geral a melhor pedida é Vinho Branco. O que pode alterar é o tipo de Vinho Branco que em pratos bem temperados pode ser mais encorpado e em pratos mais delicados ele pode ser mais leve. Vale lembrar também que pratos com Salmão, Lagosta e Sushis podem fazer uma ótima combinação com Espumantes.


Massas – Vinho Tinto e Branco
Em geral, o Vinho Tinto é uma boa opção para massas, mas é bom seguir a proporção de que quanto mais forte o molho da massa, mais vigor o vinho deve ter. Porém, o molho branco acompanhados de Vinho Branco não deixa de ser uma boa combinação.


Pizzas – Vinho Tinto
Em geral as pizzas combinam com o Vinho Tinto, mas isso pode variar de acordo com os sabores escolhidos. Neste caso o que vale é a regra básica: quanto mais intenso o sabor pedido, mais encorpado deverá ser o vinho.


Sobremesas – Vinhos Licorosos, Doces e Espumantes
Para sobremesas é preciso fugir dos vinhos tradicionais! Cada tipo de doce deve combinar com um tipo de vinho. Vinhos Doces e do Porto combinam com chocolate, enquanto frutas combinam com espumantes.



Fonte: @davimoura

domingo, 12 de janeiro de 2014

Vinho Branco

Vinho Branco


Foto: Carlos Cunha


O vinho branco tem uma cor dourada e um sabor frutado. Pode ser produzido a partir de uvas brancas: “blanc de blancs”: ou de uvas negras: “blanc de noir”. Sim, o vinho branco pode ser produzido com uvas tintas. Diferentemente do vinho tinto, o branco é servido gelado e é ótima companhia para peixes e frutos do mar. A determinação da cor “branca” decorre da retirada das cascas da uva do mosto antes da sua chegada aos tanques de fermentação.


Método de Produção


As uvas brancas passam pela desengaçadeira e seguem para uma prensa horizontal. É feita uma compressão suave dos frutos, de forma a retirar o suco sem esmagar sementes e cascas. A parte sólida é retirada. 


O suco é, então, filtrado, passa pela sulfitagem e é encaminhado para cubas de fermentação de aço inoxidável, nas quais é possível o controle da temperatura por meio de serpentinas em que circula ar frio. Não ocorre, nos vinhos brancos, a maceração, uma vez que as cascas foram eliminadas do processo.


Para a produção de vinhos brancos secos, a fermentação ocorre até a transformação de todo o açúcar em álcool etílico. Para se produzir um vinho branco leve e frutado, mantém-se a temperatura entre 8 e 10 graus Celsius.


O controle da temperatura permite conferir características diferentes ao vinho branco: com temperaturas mais baixas, produz-se brancos mais frutados e com vida mais curta; elevando-se a temperatura, os vinhos tornam-se mais longevos. Poucos vinhos vão aos barris de carvalho, onde a oxigenação produz o efeito colateral de reduzir o frescor.


Principais uvas brancas


Chardonnay: É a principal uva branca. Graças à facilidade de cultivo, resistência e produtividade, espalhou-se pelo mundo, sendo a base de vinhos brancos muito secos. É a uva do Chablis e produz vinhos excelentes na Borgonha, na França. É encontrada na Califórnia (EUA), Chile, Argentina e Brasil.


Chenin Blanc: É a principal uva branca do Loire, onde produz longevos vinhos brancos e também vinhos de sobremesa.


Gewürztraminer: Encontrada na Alsácia (França) e na Alemanha.


Moscatel: Bastante espalhada pelo mundo. É encontrada na França, em Portugal, na Austrália e no Brasil.


Riesling: Pode ser encontrada tanto em regiões frias, como áreas da França e da Alemanha, como em áreas quentes, como Austrália e Brasil. Pode dar origem tanto a diferentes tipos de brancos, do mais seco ao mais doce.


Sauvignon Blanc: Encontrada nas regiões francesas de Bordeaux e do centro do Loire, estão presentes também no Brasil e no Chile.


Sémillon: Natural, como a maioria das uvas brancas, da França, tem dado origem a bons vinhos no Chile e na Austrália.


Fonte: Vinho Mundo 

Dicas sobre os vinhos

Dicas importantes 

Foto: Carlos Cunha


Reconhecendo o bom vinho
Em geral, verifique se a cor está transparente (límpido), com brilho, se existem quaisquer aromas desagradáveis, se a rolha está preservada e se produz lágrimas nas laterais do copo (ou seja, se o vinho escorre devagar no vidro formando filetes). Em seguida, confirme sentindo o paladar, pois o vinho é uma bebida bastante sensível e qualquer alteração se torna evidente. É justamente por este motivo que o garçom, ao abrir e servir uma nova garrafa, oferece uma pequena quantidade para aprovação de um dos presentes. Para degustações mais apuradas, consulte um bom.


A taça ideal
Acredite, a taça é muito importante: você gosta de tomar cerveja em copos lavados de requeijão? Imagine então beber um vinho bem elaborado neste mesmo copo ...
A combinação entre o vinho e o prato está perfeita. E isso merece uma taça adequada: o ideal é o de bojo amplo, cujos lados afinem em direção à borda. Preferencialmente lisa e transparente, sem detalhes. Assim, você pode contemplar e sentir melhor os aromas do vinho.


Temperatura correta
É importante você desfrutar um vinho na temperatura correta. Gelar demais esconde os sabores e aromas, e torna os vinhos tintos mais adstringentes. Servi-lo quente ressalta mais o álcool, desequilibrando-o. Veja as temperaturas ideais: Espumantes (vulgo champagnes): de 5 a 7 graus; Brancos: de 7 a 10 graus; Tintos: de 15 a 18 graus (o que corresponde à temperatura ambiente na Europa). O vinho pode até ser colocado na geladeira, mas não por muito tempo. O ideal é ter uma adega climatizada, tanto os brancos como os tintos, é melhor colocá-los em um balde com gelo pelo tempo necessário para que atinja a temperatura acima mencionada.


Bebendo vinhos diferentes
Brancos antes dos tintos. Beba os secos antes dos encorpados: vinhos fortes ou fortificados irão sobrepor-se aos mais leves. Vinhos envelhecidos merecem ser bebidos sozinhos. E lembre-se: troque as taças ao mudar o tipo de vinho servido.


Estações do ano
Os vinhos mais encorpados devem ser tomados no inverno, quando você poderá apreciá-los melhor, ou quando a harmonização com o prato a ser servido assim o pedir. No verão, quando a comida é mais leve, os melhores são os vinhos de baixo teor alcoólico: leves, brancos e rosés refrescantes ou até mesmo tinto leve são excelentes para essa época do ano.


Texto: Carlos Cunha

sexta-feira, 10 de janeiro de 2014

Conceito de Vinho

Vinho


Foto: André Cunha

O vinho é um corpo! ele nasce, cresce, amadurece, envelhece e morre. Cada garrafa de vinho tem a sua própria identidade, temos que apreciar e degustar esta bebida tão nobre, temos que  conhecer e entender, só assim podemos tirar o que ele tem de melhor.

Texto: Carlos Cunha

Templo Romano de Évora ou Templo de Diana

Templo de Diana 


Foto: Carlos Cunha


Este templo fica na cidade de Évora na ragião do Alentejo, é um dos marcos da cidade e um dos principais símbolos da ocupação romana de Portugal. O templo foi originalmente construído no século I d.C. para servir de local de culto ao imperador Augusto e ainda conserva 14 das suas colunas. Reza a história que foi erigido em honra de Diana, a deusa romana da caça, daí ser conhecido como Templo de Diana.
Esta foto foi tirada numa das minhas viagens por Portugal, esta região é conhecida como Terroír dos melhores vinhos tintos do mundo, sem contar que no Brasil  temos muitos bons vinhos que não ficam nada atrás dos países produtores de vinhos.  

Texto: Carlos Cunha

Ponte Vasco da Gama

Ponte vasco da Gama em Portugal


Foto: Carlos Cunha

Entre uma taça de vinho e uma boa conversa sempre tem lugar para uma boa foto, esta foto foi tirada em uma dia frio de inverno, muita chuva e o céu estava carregado, resolvi tira-lá preto e branco e o resultado foi este, espero que gostem !